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  Uma Entrevista com Jorge Knirsch

Veja o teste:
 do
 
powerline Audiófilo lf-115
 
http://youtu.be/QDZqmV4LgME

 
  Veja os comentários de Fernando Sampaio (RJ) a respeito de fiação sólida e aterramento do neutro.
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Número 9

Equipamentos e Cabos

 Jorge Knirsch

As Entradas

              Há alguns meses, fiz uma descoberta muito interessante. Vim a saber que, na verdade, se trata de um assunto muito antigo e já de conhecimento geral, mas desconhecido pela maioria dos amantes do som e da imagem. Com uma implementação muito simples, poderemos obter um resultado sonoro extraordinário em qualquer sistema, desde os de entrada até aos mais sofisticados.
              Muitos aparelhos de áudio possuem diversas entradas. Por exemplo, é comum o integrado ter várias entradas para acomodar as ligações de cd-players, de toca-discos; do áudio de dvd-players e assim por diante. Da mesma forma que os pré-amplificadores possuem várias entradas, os amplificadores de potência, e mesmo os processadores em sistemas de referência, ou então, os receivers em sistemas de HT também possuem.
              De forma geral, não usamos todas as entradas. Algumas ficam livres para um eventual uso futuro. Cada entrada costuma ser ligada aos circuitos eletrônicos internos, através de uma pequena fiação, de alguns centímetros de comprimento, da entrada até a primeira placa eletrônica. Quando não usadas, estas pequenas fiações tornam-se antenas receptoras, que captam ondas eletromagnéticas do ambiente e vão alterar o sinal eletrônico da entrada que está realmente sendo usada. Quanto mais entradas livres, maior será a alteração do sinal eletrônico que está sendo usado. Assim, por exemplo, ocorre uma alteração sonora do sinal de áudio vindo de um cd-player, ou de um toca-discos, que pode ser ouvida, porque as várias outras entradas livres dos aparelhos estão captando sinais eletromagnéticos do ar e alterando o sinal original que está sendo ouvido naquele instante.
               Estas alterações eletromagnéticas podem ocorrer tanto com entradas RCA (o positivo é o pino/orifício 2, central, e o terra é o contato externo 1, a malha) ou também nas entradas XLR (o pino/orifício 1 é o terra, a malha; o pino/orifício 2 é o sinal positivo; e o pino/orifício 3 é o sinal invertido). Em aparelhos que possuem as duas alternativas, as entradas RCA são correspondentes às entradas XLR da seguinte maneira: o terra, ou seja, o contato externo, também chamado de negativo, nos conectores RCA, corresponde ao pino/orifício 1 nos conectores XLR; o positivo, que é o pino/orifício 2, central, dos conectores RCA, corresponde ao pino/orifício 2 dos XLR; e o pino 3 dos conectores XLR é o sinal de áudio invertido em 180°, que não existe nos conectores RCA.
                Há uma forma de evitar a entrada dos sinais eletromagnéticos espúrios em entradas não utilizadas. Basta simplesmente aterrar (ligar ao pino/orifício 1) a entrada positiva (2) de cada fêmea RCA e também a entrada invertida (orifício 3) nas fêmeas XLR, de todas as entradas não utilizadas, de todos os aparelhos em estudo. Para isto, utiliza-se um conector RCA macho, no qual o positivo (2) é interligado internamente ao terra (1). Caso exista a correspondente entrada XLR, deve-se usar um pequeno fio sólido de cobre, em formato de "U", para provocar um curto-circuito entre o orifício 1 e o orifício 3 do conector fêmea XLR. Com as entradas não utilizadas aterradas, ou seja, a entrada positiva (2) nos conectores RCA, e a entrada invertida (3) nos conectores XLR, ligadas aos pinos/orifícios 1, deixa de existir a captação eletromagnética e o resultado sonoro muda para melhor. Será perceptível para qualquer ouvinte!
                 A diferença auditiva é muito grande, ganhando o espectro sonoro um corpo harmônico muito mais rico, com uma neutralidade muito maior. O que mais me impressionou, nesta pequena experiência, é que o resultado, para melhor, pode ser percebido desde os sistemas mais simples até aos mais sofisticados.
                  Lembro a todos que este procedimento deve ser feito com muito cuidado, para não confundir uma entrada com uma saída. Se, por um descuido, alguém curto-circuitar uma saída, em vez de uma entrada, poderá ocorrer a queima do circuito eletrônico acoplado àquela saída. Portanto, tomem muito cuidado, confiram tudo com muita atenção onde vocês farão os curtos-circuitos. Esse procedimento só poderá ser realizado nas entradas de pré-amplificadores, integrados, amplificadores de potência, processadores e receivers. Por exemplo, na entrada digital de um cd-player, este curto não poderá ser feito. No cd-player, caso haja entradas, recomendo que elas não sejam curtos-circuitadas.
                   Para quem desejar, temos à venda, na nossa linha de produtos, estes conectores especiais.
 Boas audições a todos!


http://www.byknirsch.com.br/artigos-07-05-dicgeraisequip4.shtml

 
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