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  Uma Entrevista com Jorge Knirsch

Veja o teste:
 do
 
powerline Audiófilo lf-115
 
http://youtu.be/QDZqmV4LgME

 
  Veja os comentários de Fernando Sampaio (RJ) a respeito de fiação sólida e aterramento do neutro.
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Número 264

Há Diferenças!

Mídias Gravadas

Jorge Knirsch
jorgeknirsch@byknirsch.com.br

            Para testarmos a parte de fono do Devialet 250, necessitávamos de um toca discos. Como eu ainda não possuía nenhum, pois há um bom tempo atrás me desfiz do meu velho toca discos, o Flávio Adami trouxe o dele, um antigo Gradiente Rp II com uma cápsula Audio Technica AT 95E. Então, colocamos o conjunto para tocar nas caixas acústicas Revel Performa F52 do nosso Laboratório de Acústica e Áudio. A diferença sonora, comparando com o cd, foi realmente marcante e difícil de ser descrita.

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          Com o vinil, o som parecia mais completo do que com o cd. A composição harmônica das notas se mostrou mais rica e cheia e, com isto, apresentou uma naturalidade maior. A presença física do conjunto aumentou! Realmente, a audição com o vinil encantou bem mais.
         Jim Smith, em seu livro bastante interessante, Get Better Sound, relata sua experiência ao fazer duas gravações de um concerto, ao mesmo tempo, tanto de forma digital quanto analógica. Ao comparar a reprodução do som analógico com o som digital, notou a existência de uma diferença sonora que lhe chamou bastante a atenção. No intervalo entre as peças musicais, no analógico, era possível ouvir, bem baixinho, o sussurro da platéia, enquanto que, na gravação digital, estes sons/ruídos já não eram audíveis.


Still Vinyl

 
        Esta constatação nos levou a imaginar que gravações feitas em sistemas digitais, talvez não conseguissem captar os níveis mais baixos das notas musicais. Nos
Audiophile News 50, Audiophile News 52, Audiophile News 55 dissemos que uma nota musical é composta de várias etapas como: ataque, decaimento, sustentação e relaxamento. Os sistemas digitais parecem não conseguir gravar os sinais mais baixos do relaxamento das notas. E, de fato, pudemos realmente perceber isto, fazendo comparações de algumas gravações idênticas de músicas feitas tanto em vinil quanto em cd. Os níveis sonoros mais baixos, no digital, quase não foram reproduzidos, enquanto que, no analógico, a presença destes pequenos detalhes se tornaram mais evidentes. Ou seja, no analógico, a reprodução é mais completa e cheia, mostrando uma composição harmônica de sons mais real e fidedigna. Esta evidência talvez possa explicar o porquê das gravações digitais atuais, quando transformadas em vinis, estarem apresentando um resultado sonoro muito pobre. Os pequenos detalhes, do final do relaxamento das notas, são inexistentes no cd.
        Com esta constatação evidenciada, fui adquirir um toca discos e uma agulha, para completar o laboratório de acústica, acrescentando a parte analógica ao sistema. Não pretendi gastar muito nesta nova aquisição e, mesmo assim, o resultado sonoro surpreendeu positivamente de forma marcante. O laboratório está de portas abertas para quem quiser vir ouvir e comparar. Basta somente agendar comigo e será um prazer recebê-los!
        O analógico, como falou o Flávio, tem muitas desvantagens: precisamos nos levantar da cadeira para trocar o lado do disco (um lado inteiro dura apenas algo em torno de 20 minutos), não é simples trocar de faixa, a limpeza do disco é muito problemática e, mesmo com uma lavagem com ultra-som, aparecem vários ruídos e pipocos junto com a música, o volume que os discos ocupam é muito maior do que o ocupado pelos cd´s, e aí por diante, tudo isto somado com todos os detalhes que os discos de vinil trazem consigo. Porém... a qualidade sonora é bem diferente...
            

Ótimas audições a todos e aquele abraço!

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