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  Uma Entrevista com Jorge Knirsch

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Número 318

 

Qual o Melhor?

Equipamentos e Cabos

 

Flavio Adami
flavioadema@uol.com.br

          Dando resposta ao título do texto, eu diria que não existe um melhor. Todos têm suas vantagens e desvantagens.

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            No início dos anos sessenta, havia brigas homéricas entre Gilbert Briggs, da Wharfedale, e Edgar Vilchur, da AR. Um defendendo o sistema bass reflex e, o outro, a suspensão acústica.

MartinLogan_brand_page_Vista_loudspeakers.png            Sem dúvida, o sistema que mais se popularizou foi o bass reflex que, até os dias de hoje, praticamente domina o mercado de caixas acústicas, pela eficiência e extensão dos graves. Em compensação, a qualidade dos graves que eu escutava, nas AR 3a, eram de uma qualidade e precisão incríveis. Entretanto eram ineficientes e as AR, por exemplo, tinham 85 dB de eficiência e impedância de 4 ohms. Exigiam demais dos amplificadores, que facilmente abriam o bico, numa época onde os powers de alta corrente eram raros e as válvulas ainda reinavam absolutas. Entretanto, casavam bem com os valvulados de baixo amortecimento, onde aquele damping gostoso vinha basicamente da pressão do ar que o alto falante produzia dentro do gabinete. Tinham a vantagem de não necessitarem de magnéticos muito poderosos, porque o próprio ar é que fazia o efeito amortecedor. O sistema bass reflex, ao contrário, exige magnéticos mais poderosos, para terem um melhor controle do amortecimento, pois os alto falantes trabalham mais soltos. As AR eram as legítimas suspensão acústica. A gente empurrava o cone até o fundo e ele demorava quase 10 segundos para voltar ao ponto de repouso.
             Outro projeto interessante é o sistema linha de transmissão, que não passa de um guia de onda. Nesse sistema, o formato da onda desvia a fase proveniente da saída de som, emitida pela parte posterior do alto falante, em aproximadamente 90 graus. Desta forma, as freqüências próximas do ponto de ressonân
Revel-F206cia são reforçadas, o que proporciona uma extensão de graves incrível, em pequenos gabinetes. Porém, o problema é que o alto falante trabalha solto, sem o amortecimento do ar, causando um descontrole. Isto acontece principalmente com os discos de vinil, onde os cones ficam vibrando descontroladamente em baixas freqüências, ou seja, ocorre o famoso rumble. Mas, com o advento do cd, alguns projetos retornaram ao mercado com grande sucesso.

 

              Outro sistema, de muita qualidade, são as Magneplanar, as famosas caixas Magnepan. Sistema isodinâmico, onde toda superfície irradiante transmite a mesma quantidade de energia, daí o termo "isodinãmico" que significa "com a mesma força". Trabalha com uma membrana, num sistema eletromagnético excitado por imãs. Tem um som excelente, mas também tem problemas. Para se conseguir graves com boa extensão, exige o uso de painéis de grandes dimensões. Tem também problemas de posicionamento: pelo fato de emitirem som em ambos os lados, as caixas têm que ficar longe da parede, para evitar o cancelamento dos graves. E também são de baixa eficiência.
               Existe também os painéis eletrostáticos, fantásticos pela qualidade dos médios e agudos. Utilizam uma membrana plástica flexível, tipo Mylar, coberta com uma camada de substância condutora de eletricidade. São alimentadas por uma fonte capaz de gerar alta tensão, tornando a sua superfície dotada de uma carga elétrica estática elevada. Têm os mesmos problemas de ineficiência e posicionamento das Magnepan, entretanto possuem uma qualidade sonora espetacular. Um exemplo são as Martin Logan, que trabalham no sistema híbrido, utilizando woofers convencionais para os graves.
               Como vocês podem ver, as opções são muitas. Se conseguirem escutar todas, Parabéns !!!

               Ótimas audições a todos! Aquele abraço! E até a próxima!

 

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