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  Uma Entrevista com Jorge Knirsch

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Número 324

A Verdadeira Referência

Equipamentos  e Cabos

 

Flavio Adami
flavioadema@uol.com.br

            As vezes, fico pensando qual a razão do ressurgimento tão expressivo do vinil nos dias de hoje. Muitos dizem que é uma mistura de qualidade sonora com saudosismo. Outros dizem que a qualidade sonora é incontestável, talvez por isso a razão dessa volta triunfante.
 

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                Alguns nem se atrevem a retornar ao vinil, pelo simples fato de que o cd é mais prático e as modernas mídias, como os servidores de música, possuem uma praticidade incontestável.


                 Como eu já havia dito, os processos de gravação digital realmente evoluíram muito e hoje possuem uma qualidade de áudio excelente.
                  Os cds, no início, eram horríveis. Começamos com os conversores 16 bit linear. Depois 16/4, 16/8 e assim por diante. Depois, vieram os bitstream, que tinham um som gostoso e macio, porém eram carentes de detalhamento e resolução. Hoje, temos os 24 bits 192 kHz, 24 bits 384 kHz e assim por diante.
                  Eu e o Jorge Knirsch fizemos várias experiências, ao longo desses anos, no seu laboratório de audição crítica, e chegamos à conclusão que o vinil voltou simplesmente porque é melhor. A minha conclusão e opinião particular é que, nos dias de hoje, ainda os projetistas estão tentando algum milagre para o cd, só que esse milagre ainda não veio e nem sei se virá.
                   Posso citar alguns exemplos, partindo de um simples Pionner DV 578A-S, com seus 15 anos, com conversor 24/192, fazendo milagres com um custo de US$ 150. Outro, que passou no teste, foi o Creek CD 50, excelente para os seus US$ 1500. Testamos também o Roksan Caspian M2, excelente, por US$ 1600. Outro excelente, por bom custo/benefício, é o Sony XA5400ES, por US$ 1500, e o não menos excelente Unison Research por US$ 1800.
                   Subindo na escala de valores, temos o Moon 650 D e o 750 D, por U$ 7000 e US$ 9500 respectivamente. O impressionante Yamaha CD-S3000 por US$ 7000 e o Audio Research CD-8 e Ayre DX 5, por US$ 10.000 cada. Outro excelente, que ouvimos por longo tempo, foi o Accustic Arts CD Player I MK 3, em torno de US$ 8000.
                    Apesar de termos ouvido essa relação de cd players, todos excelentes, dentro de suas faixas de preço, chegamos à conclusão que a coisa ainda está longe em relação ao vinil.


                     Tomemos como exemplo o cd da Jennifer Warnes, The Famous  Blue Raincoat, que foi publicado no 
Audiophile News 321. Uma gravação excelente, porém quando escutamos o vinil, num Rega RP-3, com cápsula Ortofon Quintet Black, e um pré de phono Thorens MM-008, que nem considero um set up tão caro, essa gravação em vinil 45 rpm deu um banho em toda relação de cd-players.
                    Como vocês podem ter notado, o vinil não voltou por saudosismo algum. Voltou porque tem uma qualidade de áudio insuperável, que as mídias digitais ainda não conseguiram alcançar.
              Ótimas audições a todos! Aquele abraço! E até a próxima!

 

 

 

 
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