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Número 342

 

A Vanguarda do Áudio High End
1a. Parte

Equipamentos e Cabos

Jorge Knirsch
jorgeknirsch@byknirsch.com.br

           Introdução

          Nesta nova pequena série de artigos, queremos trazer o que de mais recente se discute lá fora, principalmente nos Estados Unidos. São novas marcas, a maioria ainda totalmente desconhecida dos audiófilos brasileiros. Nosso desconhecimento é devido ao nosso mercado fechado, face as dificuldades de importação e impostos astronômicos que enfrentamos. E vamos mencionar também as novas tendências eletrônicas de projeto que essas marcas utilizam nos seus aparelhos.
          Esta série baseia-se no excelente livro Illustrated History of Audio High End Vol.2 Electronics, editado por Robert Harley e publicado pela revista the absolute sound. Aqui, vamos trazer as novas tendências e marcas, sem fazer nenhuma avaliação de qualidade sonora. No entanto, queremos enfatizar que, s
egundo Jonathan Valin, articulista da the absolute sound, estas novas marcas, que se encontram na vanguarda da tecnologia, no áudio high end, têm lançado produtos que estão no topo do pinheiro do áudio ( O Áudio e o Pinheiro - 1º Parte ).

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Uma Pequena História do Áudio High End

             Quando observamos os projetos eletrônicos, da audiofilia, neste último século, notamos que eles têm percorrido um estranho caminho.
          No início, apareceram os amplificadores à triodos single ended (SET amplificação de saída, em onda completa, com uma válvula). Mas estes componentes quase desapareceram, quando surgiram os pentodos e tetrodos nos anos 30, 40 e 50. E, hoje, vemos que muitos fabricantes de SET (Single Ended Triodes Amplifiers) voltaram, como as Indústias Lamm, a Ayon Audio, Absolare, Audio Note, Wavelenght, Cary Audio, entre muitos outros, cada um servindo ao seu mercado.
          Em meados do século passado, com a chegada de um melhor componente, o transistor, apresentando novas topologias eletrônicas para pré- e para amplificadores, as válvulas quase desapareceram. No entanto, pelos grandes esforços de William Zane Johnson (1926-2011), fundador da Audio Research, em 1970, a válvula ressurgiu mais forte do que nunca, com novas marcas, como a Ypsilon, a Aesthetix, e PrimaLuna, entre muitas e muitas outras, que se juntaram às marcas mais tradicionais, como a ARC, a Conrad-Johnson, a VAC, AtmaSphere, Jadis, EAR, Zanden Audio, Air Tight, Van Alstine e CAT.
          Além de que, nos últimos 25 anos do século passado, aparecerem muitos amplificadores híbridos, que trabalham com válvulas, na entrada e nos drivers, e usam semicondutores (FET´s ou transistores bipolares) nos estágios de saída, como os dos fabricantes Futterman, Berning, ARC, Van Alstine e Siltech, entre muitos outros.
          No final dos anos 60, a realimentação negativa total caiu em descrédito, por disfarçar as falhas dos circuitos em estado sólido. Hoje, várias companhias, como a suíça Soulution, e muitas outras, acharam caminhos novos e criativos para usar realimentações negativas locais, por estágio, com o uso dos circuitos de alta velocidade da nova era da informática. Além disso, amplificações de banda larga, com alta corrente, a maioria em classe A, ou em classe AB, com alto bias, com pouca ou nenhuma realimentação negativa global, são usadas por empresas como a Spectral, Pass Labs, Boulder, MBL, Krell, Symphonic Line e Rowland. E há novas empresas que também estão indo nesta direção, como a Soulution, Constellation, CH Precision, Vitus, Odyssey, DÁgostino Master Audio Systems, Technical Brain, BAlabo e muitas outras.

          A amplificação em classe D (digital), após o fracassado lançamento do amplificador SWAMP, da Infinity, na década de 70, praticamente desapareceu nos anos 80. Mas ressurgiu, nos anos 90, na amplificação estéreo para carros. Hoje, talvez seja a tecnologia mais promissora do high end, encabeçada por empresas como a Spectron, TacT, Devialet, NuPrime, Rowland, Mola Mola, Sony, MBL, e a Audio Alchemy. Estas empresas, e algumas outras, estão colocando todas as suas fichas técnicas na tecnologia do chaveamento direto digital. 
          Hoje, as engenharias, nas empresas, não são mais realizadas por indivíduos, como William Zane Johnson, Nelson Pass, Bob Carver, Dan D`Agostino, entre muitos outros, que prestaram relevantes serviços ao áudio high end. As engenharias, agora, são realizadas por comitês de engenheiros de projetos, nos novos conglomerados empresariais, que têm surgido, aos quais pertencem marcas tradicionais como a Audio Research Corporation, McIntosh, Mark Levinson, Krell e outras.
          Segundo Jonathan Valin, dentre as marcas, na vanguarda da tecnologia no áudio high end, cujos produtos estão no topo do pinheiro do áudio, têm se destacado: a Vitus, Balanced Audio Technology (BAT), Odyssey Audio, Aesthetix, Hegel Music Systems, PrimaLuna, Viola Audio Laboratories, Soulution, Constellation Audio, Absolare, CH Precision, e outras. A respeito destas empresas, iremos trazer mais informações nos próximos Audiophile News. 

Ótimas audições a todos! Aquele abraço! E até a próxima!

    
 

 
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