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Número 414
 

Os Sopros do Jazz
3a. Parte
 

Instrumentos Musicais

Flavio Adami
flavioadema@uol.com.br

        

          Finalizando esta série, Os Sopros do Jazz, farei comentários a respeito de um dos instrumentos de sopro que, na minha opinião, é um dos mais fantásticos, em termos de sonoridade: o trombone.

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          O trombone é um instrumento de sopro da família dos metais, cuja invenção remonta ao século XV. Seu nome deriva do italiano, e significa trompete grande. O trombone possui um êmbolo, ou seja, um mecanismo deslizante, que controla a emissão sonora, chamado vara. Como esta parte é móvel, o trombonista, usando um dos braços, pode esticá-la por mais seis posições, além do êmbolo fechado, totalizando sete posições.
          O trombone de vara é usado nas bandas de jazz, bandas sinfônicas, orquestras sinfônicas e filarmônicas, o qual, pela exata proporção das medidas entre suas várias partes, e a ótima qualidade do metal empregado em sua fabricação, permite obter afinação precisa e qualidade de timbre e sonoridade, realizando assim, todas as exigências da orquestração moderna. Há também os trombones de pistão, em que o som é regulado por válvulas (pistos), geralmente muito utilizados em fanfarras e bandas marciais, e em algumas bandas de jazz, no mesmo estilo dos trompetes, mas não são indicados para orquestras. E há também o trombone híbrido, que combina as duas formas anteriores, em um instrumento vulgarmente chamado de "superbone".
          A família do trombone apresentava originalmente os instrumentos soprano, contralto, tenor e baixo. Ao longo dos séculos, alguns tipos foram caindo em desuso. O romantismo consagrou o trombone tenor e o baixo como os mais empregados. Entretanto, o século XX trouxe de volta o trombone alto e mesmo o trombone contrabaixo, que aparece originalmente nas composições de Richard Wagner. No Brasil, Heitor Villa Lobos empregou dois tipos de trombone contrabaixo em suas composições para banda.
          Com relação ao jazz, existem diversos trombonistas geniais, entretanto, na minha opinião, o mais fantástico foi sem dúvida J.J. Johnson, adepto do trombone de pistão. Veja Audiophile News 15. Johnson já tocou com todos os grandes músicos de jazz americanos, como Count Basie, Nat King Cole, Dizzy Gillespie, Charlie Parker, Wood Herman e outros.
          Uma boa dica é o LP The Total J.J. Johnson, onde ele atuou como trombonista e arranjador, com uma Big Band, gravado em 1965 pela gravadora RCA Victor. Neste LP, é impressionante a qualidade dos arranjos e a técnica de J.J. Johnson, mostrando toda sua musicalidade e sensibilidade.
          Gostaria de destacar uma gravação brasileira, considerada uma obra de arte pelos músicos e críticos. Existe tanto em LP, como em cd, chamada Sergio Mendes e Bossa Rio, e que possui um título sugestivo intitulado Você Ainda Não Ouviu Nada, com arranjos de Jobim, Moacir Santos e Sergio Mendes.
          O destaque dessa gravação, sem dúvida, são os tombonistas Raul de Souza e Edson Maciel. Raul de Souza chegou a criar seu próprio instrumento, o Souzabone, trombone com uma válvula a mais e afinação em dó. Tocou ao lado de Sonny Rollins, George Duke e Chick Corea e foi considerado, pelos críticos e músicos, um dos maiores trombonistas do mundo.
          Edson Maciel, outro gênio do trombone, tocou com João Donato, João Gilberto e Milton Banana. Os seus solos impressionaram tanto, que o maestro norte americano Quincy Jones o convidou a ficar nos Estados Unidos. Passou um tempo por lá, mas logo voltou ao Brasil.
          Esses dois trombonistas ficaram para a história da música popular brasileira e, internacionalmente, foram reconhecidos pelos grandes mestres do jazz.          

          Ótimas audições a todos! Aquele abraço!                               


 

 
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