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  Uma Entrevista com Jorge Knirsch

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Número 463

 

Mundo Analógico
 

 

Equipamentos e Cabos

Flavio Adami
flavioadema@uol.com.br

        

          Como sempre digo, atualmente vivemos num mundo digital, onde praticamente tudo, desde as imagens em alta resolução, os sistemas de streaming, as músicas que escutamos no celular, ou seja, tudo é digital! Entretanto, cheguei à conclusão que música, com reprodução de alta qualidade, tem que ser analógica. Digital se presta para tudo, menos para escutar música!

 
 

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          A volta triunfante do vinil, que veio para o mercado fonográfico com força total, com um número de vendas assumindo proporções astronômicas pelo mundo, superou até mesmo o streaming. Tivemos também a volta dos gravadores de rolo, com o lançamento de fitas pré gravadas em rolo e, por incrível que pareça, nos surpreendemos também com a volta das fitas K7! Uma empresa francesa, a Mulann, especializada na produção de fitas magnéticas, voltou a produzir a fita K7, a partir de novembro do ano passado, e passou a exportá-la, colaborando com o ressurgimento desse formato. Atualmente, já está exportando para 30 países!
          Em uma era onde o consumo de produtos culturais é quase integralmente digital, o resgate das fitas K7 impressiona! A mídia física que, em 1979, virou febre, após a invenção do walkman, teve um aumento de vendas de 35% apenas no ano passado.
          Os audiófilos apaixonados, com certeza, se lembram dos tape deck K7 Nakamichi e, principalmente do Nakamichi Dragon, que tinha uma qualidade de áudio inacreditável para uma fitinha compacta. Esta fitinha virava a uma velocidade padrão de 1 7/8 ips (inches per second, que correspondem a 4,76 cm/s) e respondia até 20KHz com as fitas de cromo. E esse tape deck possuía 3 cabeças que permitiam o monitoramento simultâneo da entrada com a saída, através do ajuste de bias, que tornava o original quase idêntico à fita gravada. Mesmo o nosso tape deck cassete Esotech, da Gradiente, também com 3 cabeças, gravava com uma qualidade incrível!
          Os gravadores de rolo domésticos possuem velocidades de 3 3/4 e 7 1/2 ips (9,53 e 19,05 cm/s respectivamente). Já os gravadores de rolo  profissionais, geralmente, têm as gravações feitas em 30 ou 15 ips (76,2 e 38,1 cm/s respectivamente), e continuam representando a melhor qualidade de áudio que existe. A fita magnética de rolo mais usada pode chegar a 1.200 feet (369,6m) de comprimento!
          Quem cresceu até os anos 90 deve ter alguma relação afetiva com as fitas K7. Afinal, foi a primeira mídia a democratizar a gravação de música com preço acessível. As pessoas podiam gravar as músicas que quisessem, do rádio ou do vinil, além de criarem suas próprias playlists e isso muito antes do streaming.
          Em escala bem menor, e não de forma avassaladora, as fitas K7 estão ganhando um pequeno espaço de mídias sonoras. Uma mídia até então extinta, após o advento do cd na década de 80, essas fitas vem retornando ao Brasil e crescendo no mundo, e estão atraindo novos e velhos colecionadores. Esses dados, que estou trazendo, são da empresa americana Nielsen, que estuda os consumidores em mais de 100 países, para oferecer a visão mais completa das tendências e dos hábitos ao redor do mundo. A reportagem notificou a venda de quase 130 mil unidades de fitas K7 em 2016, o que já representava um crescimento de mais de 70%! Esse sucesso de vendas teve por origem o lançamento do filme "Guardiões da Galáxia", produzido pela Marvel, em que a trilha sonora, em fita K7, foi o grande destaque.
          Sem dúvida, o som analógico voltou para valer! Tenho saudades de quando gravava os vinis, no meu Teac de rolo doméstico, mantendo a mesma qualidade do som do disco original, e também no tape deck K7 Esotech Gradiente, que também tinha uma qualidade de áudio excelente, principalmente com as fitas de cromo (existiam também as fitas normais, e as de metal).
          Bons tempos!!!
               
          PS.: Com o grande sucesso dos workshops de Avaliação Musical, realizados neste início de ano, iremos oferecer mais um curso, que ocorrerá nos dias 13, 14 e 15 de setembro deste ano. Este próximo workshop lhes permitirá avaliar seu sistema de som e realizar correções técnicas, além de permitir, a cada participante, saber que tipo de ouvinte é: sintético ou analítico! Cada curso tem vaga apenas para 4 participantes e a inscrição será por ordem de chegada. Acessem o Audiophile News 438, para obterem maiores informações.
          Estaremos também realizando um outro curso, organizado pelos participantes, nos dias 30 e 31 de agosto e 1° de setembro e este curso ainda tem uma vaga disponível. 

          Aquele abraço!                                                                                


 

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