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Número 472

 

Áudio Digital de Alta Definição
1ª. Parte
 

 

Equipamentos e Cabos

Eduardo Zeni
eduzeni@uol.com.br

        

          Talvez a maioria conheça bastante sobre streaming de música de Alta Definição e já tenha navegado bastante por esse novo mundo de fonte de reprodução de música que está crescendo cada vez mais e fazendo parte do nosso dia a dia.  Até mesmo pela praticidade de se poder ter música com mais qualidade em todo lugar e a toda hora.

 
 

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Mas como eu queria ter uma visão ampla das opções de equipamentos (leia-se hardware + software), e entender um pouco mais a fundo esse mundo cheio de soluções, passei a participar assiduamente dos fóruns internacionais e trocar e-mails com fabricantes e distribuidores, para entender “se”  e “como”  esses equipamentos iriam se falar, pois são muitos protocolos envolvidos, que podem ou não funcionar, ou funcionar de forma não satisfatória e daí o resultado musical ruim.
          Vale ressaltar que o esperado com esse artigo não é se tornar um comparativo ou uma discussão entre formatos – analógico versus digital, (CD) versus digital (streaming), e sim ajudar a quem precisa no entendimento dessa tecnologia, para poder se aprofundar mais, tirando resultados ainda melhores. Até porque, o resultado final de música pode ser muito diferente, de uma solução para outra e entre sistemas, haja vista a quantidade de requisitos e características a serem considerados. E como sabemos, há ainda muito o que se evoluir nessa área.
          Quando comecei a me aprofundar nisso, o objetivo era obter maior conhecimento e mais detalhado, para usar os equipamentos certos e que se comunicassem corretamente, com a melhor qualidade final possível. Ou, ao menos, conhecer mais as limitações e características, pois passar pelo processo de “Teste Prático”, com essa infinidade de opções disponíveis, ficaria totalmente impraticável.
          Então passei a captar as experimentações já feitas por audiófilos dos fóruns internacionais, com as mais diversas combinações possíveis e os problemas enfrentados.
          O passo seguinte foi conseguir adquirir os equipamentos, que havia avaliado na teoria e que atenderiam minhas expectativas, para experimentar o resultado na prática.
          A seguir, compartilharei, de forma macro, uma visão geral sobre as soluções, pois é importante para entendermos onde queremos chegar e o que faz ou não sentido. E, na seqüência, alguns resultados obtidos na prática, depois de algumas experimentações que pude fazer com alguns equipamentos adquiridos.
          O sistema para reproduzir música digital de Hi-Res nada mais é que um computador, que processa o sinal, e um software, que controla e executa esse arquivo de áudio, armazenado localmente ou via streaming de internet, em um conjunto como o demonstrado no diagrama abaixo:
 

         

Esse conjunto (figura 1) Controlador + Gerenciador de Mídia e Base de Dados (metadata) + Player, pode estar em uma única plataforma (ex.: streamer in a box) ou separado (ex.: PC Audio) para executar os arquivos de áudio que podem estar armazenados localmente ou via streaming, mas no final o resultado disso acaba no sistema de áudio existente para ser reproduzido.

          Antes de chegar na reprodução final, no sistema estéreo, o sinal passa por um conversor Digital/Analógico (DAC), que pode ser interno ou externo, para converter os diversos formatos de arquivos de áudio (WAV, FLAC, DSD64/128/256/512/1024, DXD, PCM, ALAC, AIFF), sendo que no externo, apesar de outras formas, comumente o sinal é via USB, onde teremos mais uma série de informações que se estenderá em um artigo futuro, exclusivo para esse tema.

PS.1.: Pretendemos, no final de novembro/2019, ministrar mais um curso de Avaliação Musical. Será nos dias 29 e 30 de novembro, e 01 de dezembro. Terá início na sexta-feira, às 14 horas, se estendendo até em torno das 18hs. No sábado e domingo, começará às 9hs e irá até às 18hs. No domingo, às 11hs, haverá uma visita à Sala São Paulo, para ouvirmos música ao vivo e, em seguida, após o almoço, faremos um teste no LAA, para cada participante saber que tipo de ouvinte é: sintético ou analítico. O curso comporta apenas 4 participantes. Veja o Audiophile News 438 para mais informações.       

          PS.2.:  Abrimos o grupo do Audiophile News no WhatsApp. Caso desejem participar, informem seu nome e número de celular, que teremos prazer em acrescentá-los. 

          Aquele abraço!                                                                                


 

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