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  Uma Entrevista com Jorge Knirsch

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Música ao Vivo                                           Número 4

O Início da Música

 

 Flávio Adami

             Vamos falar um pouco a respeito de como tudo começou e ressaltar que a necessidade de amplificação já havia surgido desde os primórdios da humanidade, muito antes de existir energia elétrica, culminando com o surgimento do cilindro de Thomas Edson, onde uma enorme corneta amplificava a vibração da agulha, sulcando o cilindro, no mesmo princípio das cápsulas existentes até hoje, com a diferença que, naquela época, não havia bobinas móveis para gerar tensão elétrica. O homem sempre teve a necessidade de produzir sons e ritmos, e o princípio do ressonador amplificador, já era aplicado a muitas formas de produção do som. As cabaças serviam como fundamento para as primitivas harpas, assim como as carapaças de seres vivos como o tatu, a tartaruga e o caramujo. Sua disponibilidade, pode explicar em parte o fato de serem desenvolvidos tão cedo os instrumentos de corda, através dos quais também pudemos refinar nosso sentido de altura tonal, através da afinação variável das cordas.
             O kora no Senegal e o berimbau no Brasil, são exemplos contemporâneos. A descoberta do princípio da flauta, e da trompa é fascinante, porque esses instrumentos usam uma propriedade de ressonâncias completamente diferente, ou seja, a de uma coluna de ar que vibra em um espaço fechado. As flautas e trompas mais primitivas eram feitas de ossos ocos e, provavelmente, também de galhos e cascas de árvores. Com os chifres dos animais, a coluna é vibrada pelo uso dos lábios. A trompa tinha um alto poder de alcance, e era usada para enviar sinais a longa distância, como uma espécie de transmissor primitivo. A forma de abertura da trompa, foi sendo aperfeiçoada durante muito tempo, até chegar ao ponto de produzir um maior numero de harmônicos, acima das fundamentais. Desde os primórdios, o homem buscava, através de formas primitivas, desenvolver a música. E a nossa finalidade é respeitar ao máximo a reprodução fiel, tendo sempre como referência a música ao vivo, obviamente sem nenhum tipo de amplificação.
             Já que a música consiste em vibrações audíveis, gostaria de analisar nossos ouvidos por um momento. Que instrumentos extraordinariamente exigentes eles são, e como são incansáveis, constantemente buscando satisfação, jamais repousando. Acho que é simbólico o fato de termos pálpebras nos olhos, mas não nos ouvidos. Não há meios de bloquear ou desligar todos os ruídos que nos cercam, a não ser que os tapemos com qualquer elemento antiruído, mas nunca totalmente. Creio profundamente que a música nos ajuda a manter contato com todo tipo de vibrações, e dessa forma, faz com que nos concentremos em nosso próprio ser. Quando soam as notas mais graves de um grande órgão numa igreja, sentimos as vibrações em todo nosso corpo; o violino produzindo sons que vão até sete oitavas acima, também nos penetra certamente, e a presença de uma grande sinfônica à nossa frente, nos causa arrepios de emoção, graças a essa obra divina que são nossos ouvidos, mais uma dádiva dos nossos sentidos.

             
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