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  Uma Entrevista com Jorge Knirsch

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powerline Audiófilo lf-115
 
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  Veja os comentários de Fernando Sampaio (RJ) a respeito de fiação sólida e aterramento do neutro.
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, e afins.
 

 
Número 42
 

Equipamentos e Cabos                             

Flávio Adami 

Os Antigos Dez Mais

                    Uns dias atrás, eu estava lendo a última edição (maio/junho 2011) da the absolute sound e um artigo em especial me chamou atenção, pelo fato de ter tudo a ver com os audiófilos saudosistas como é o meu caso.
                O título em Inglês THE TEN MOST SIGNIFICANT AMPLIFIERS OF ALL TIME, artigo esse assinado por Neil Gader, Peter Breuninger, Robert E.Greene, Robert Harley, Dick Olsher, Paul Seydor, e Jonathan Valin, descreve uma relação de aparelhos que realmente marcaram época. O que me fez dar uma pincelada neste artigo foi o fato de que a grande maioria desses equipamentos passou pelas minhas mãos e alguns deles conviveram comigo por longa data.
                O primeiro que aparece na lista, é o power Dynaco ST-70, com seus 35W por canal, utilizando válvulas EL 34 na saída. Era baseado num pentodo estéreo, dentro de um projeto de David Hafler, que primava pela qualidade sonora e com um custo benefício espetacular. Eu me recordo que tinha uma sonoridade redonda, suave, muito musical, deixando boas lembranças de audições passadas.

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                Em segundo lugar aparece o Phase Linear 400/700. Naquela época, tivemos o advento das caixas acústicas de baixa sensibilidade e também de baixa impedância, como exemplo as AR com suspensão acústica, Magnepan e outras, que vieram para sacudir o mercado com projetos de alta potência e também de alta corrente. Eu me recordo que a primeira AR que escutei, com toda plenitude sonora, foi através do Phase Linear 400, com seus 200W por canal. O modelo 700 com 350W por canal, que adquiri, me trás lembranças até ruins, pois queimei os dois tweeters das minhas AR-3a, o que me deu um bom prejuízo. Este amplificador fez história pela potência, alta corrente e fidelidade.

               Em terceiro vem o Audio Research D150. Nos idos anos setenta, tive a oportunidade de escutá-lo na casa de um amigo. Foi considerado o power valvulado de alta potência mais famoso daquela década, pela qualidade sonora, presença musical e neutralidade tímbrica. É um produto de rara beleza, mais parecendo um instrumento de laboratório. Com seus 150W por canal, me recordo que tocava as caixas mais ineficientes, com muita tranqüilidade.
                Em quarto lugar aparece o McIntosh MC275. Eu tive, por longa data, um McIntosh 240, junto a um pré C-22. Escutei também um 275 original e realmente o que me chamava a atenção era a potência, junto a uma baixa distorção. Na minha opinião, não foi o power que mais me encantou, em termos de qualidade sonora, no entanto me recordo que tinha uma região média excelente e também muito boa dinâmica. Tive também a oportunidade de escutar a nova versão comemorativa, com entradas balanceadas, porém o modelo original, tinha uma sonoridade, a meu ver, mais cativante.
                Em quinto aparece o Mark Levinson ML-2. Introduzido em 1977, possuia 25W em pura classe A. Tinha uma qualidade  de áudio e uma transparência espetaculares, mostrando as virtudes de um projeto classe A bem executado. A potência era pequena, entretanto cada watt se transformava numa fidelidade excepcional. Este amplificador escutei apenas em salas de amigos, contudo me deixou lembranças muito boas de um transistorizado doce, extremamente musical.
                Na sexta posição aparece o meu xodó o Marantz Power 8B/9. O modelo 8B, que foi meu companheiro durante muitos anos, tinha uma sonoridade espetacular, mesmo tocando as AR-3a de baixa eficiência, com seus 35W por canal, ou 18W em modo triodo. O modelo 9 com dois monoblocos de 70W, também eram espetaculares em sonoridade e tinham 40W em modo triodo. Não eram tão impressionantes nos graves e na região dos agudos, entretanto a região média era de se escutar música por uma eternidade sem cansar os ouvidos, pela docilidade e fluidez pela qual a música enchia o ambiente de uma sonoridade muito natural.
               Em sétimo aparece o power Krell KSA-50/KSA-100. Este power, o KSA-50, tive a oportunidade de escutar em minha casa apenas uma vez, entretanto deixou boas lembranças, determinando a principal característica dos produtos Krell, que é uma velocidade e dinâmica excepcionais, junto a uma qualidade sonora muito natural. O modelo KSA-100 escutei na casa do Jorge Knirsch, durante longa data, e me recordo que a dinâmica e os graves, foram inesquecíveis. O KSA-50, influenciou toda uma geração de projetos solid state da época e fica até impossível imaginar o áudio High End da década de oitenta, sem os Krell da série KSA.
               Em oitavo, aparece o Threshold 400A/800A. O modelo 800A, foi o primeiro produto da empresa, que teve o projeto desenvolvido por Nelson Pass e o design industrial elaborado por René Besne, em 1975. Power de alta potência em classe A, me recordo que tinha uma sonoridade cheia, num amplificador de característica sonora doce e musical. O segredo, patenteado por Nelson Pass, foi o sistema de variação de bias nos transistores de saída, baseado nas características do sinal de áudio, mantendo os estágios de saída sempre operando em classe A, porém reduzindo o bias e tendo como conseqüência uma melhor dissipação de calor.
               Em nono, temos o NAD 3020 integrado, um pequeno amplificador, porém de grande influencia nos pequenos projetos compactos, pela sonoridade correta e muita naturalidade, inclusive tendo um milhão e cem mil unidades vendidas. Apesar de não ser a última palavra em resolução de detalhes, tem uma sonoridade suave, doce e, sem dúvida, encheu os ouvidos dos audiófilos menos abonados que procuravam um produto simples e honesto.
               Em décimo e último lugar, aparece o Audio Research  600/610T. Uma alta potência (550W), totalmente valvulado. Poderoso amplificador, com 34 válvulas de saída, tendo como resultado uma fonte de calor excelente para os dias de inverno. Apesar desse consumo de energia, com muito aquecimento, tinha uma sonoridade considerada mágica pelos críticos. Fica para a história, por ser um projeto valvulado audacioso mas para poucos bolsos daquela época.

            Boas audições !!!


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