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  Uma Entrevista com Jorge Knirsch

Veja o teste:
 do
 
powerline Audiófilo lf-115
 
http://youtu.be/QDZqmV4LgME

 
  Veja os comentários de Fernando Sampaio (RJ) a respeito de fiação sólida e aterramento do neutro.
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Número 58
 

Equipamentos e Cabos

Flávio Adami
flavioadema@uol.com.br

A Música em Equilíbrio!
     

                  Tanto eu quanto o Jorge costumamos passar horas a fio debruçados em nossos equipamentos, buscando sempre um ajuste ideal. Alguns podem até pensar que isso é um exagero, uma paranóia audiófila, mas não é. Devemos considerar que a qualidade dos equipamentos é, sem dúvida, muito importante. Entretanto, como eu já havia descrito, considero que nos dias de hoje, em função do bom nível dos equipamentos, mesmo aqueles de preços mais baixos possuem uma qualidade sonora bastante expressiva. Portanto, devemos dar uma maior atenção à acústica e também à parte elétrica, que são fundamentais para um bom resultado.
                  Além disso, uma das coisas mais relevantes é, com certeza, aquilo que chamamos de equilíbrio tonal. Se não tivermos um bom equilíbrio tonal, todo o resto ficará comprometido, mesmo em se tratando dos mais sofisticados equipamentos. O equilíbrio tonal é pura e simplesmente conquistado na busca de encontrarmos o ajuste ideal, ou seja, nas sucessivas tentativas de ensaio e erro, até que consigamos alcançar o ponto em que todo o espectro sonoro fique em perfeita harmonia, desde o grave mais visceral até às freqüências mais altas. Nesta busca, estaremos procurando investigar qual o melhor posicionamento das caixas, tentando sempre eliminar os picos e buracos, que normalmente ocorrem mesmo nas salas consideradas acusticamente perfeitas. Realmente é uma briga!

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                  Se colocarmos as caixas para frente, diminuímos a intensidade dos graves, porém melhoramos o palco sonoro. Se as caixas ficarem para trás, muito próximas da parede, corremos o risco de tornar os graves coloridos e exagerados e também de haver perda de palco sonoro. O ajuste de toe in, (Veja Audiophile News 31) quando indicado pelo fabricante, também pode interferir bastante na qualidade do palco e, principalmente, nos agudos, tornando-os mais direcionados ou não, dependendo do tipo de tweeter. Na sua concepção, o tweeter pode ser de corneta, mais susceptível a esse tipo de posicionamento, ou normal, de domo, não tão exigente quanto à abertura ou ao fechamento que caracteriza o toe in.
                  A abertura das caixas, ou seja, a distância entre elas, também é de vital importância. É necessário checar essa distância em relação ao ponto de audição, tomando também cuidado para que as caixas não fiquem muito próximas das paredes laterais, o que poderia interferir negativamente no resultado sonoro.
                 Outro aspecto que devemos levar em consideração é a altura exata do ponto de audição, que também pode influir bastante no resultado final. Essa altura deve ser de tal forma que os ouvidos fiquem sempre num ponto entre o médio e o tweeter. Isso já foi provado na câmara anecóica, onde as curvas ficam sempre melhores quando o microfone está exatamente no eixo, no local que eu chamaria de ponto ideal de audição. Devemos considerar também que, às vezes, movimentar as caixas em apenas 1cm poderá significar uma grande diferença no equilíbrio tonal.
                  Vocês já devem ter notado que há inúmeras variáveis a considerar. Como eu havia descrito no artigo anterior, procurem utilizar um cd que contenha toda a gama de freqüências, para definir onde estão os pontos que eventualmente poderão causar problemas, através do sistema "ouvidômetro".
 Depois, escolham sempre gravações de referência equilibradas, sem graves exagerados nem agudos estridentes. A partir daí, repitam exaustivamente essas gravações, até encontrarem o ponto ideal, onde possam sentir que existe um conforto auditivo sem fadiga.
                  Após essa empreitada dolorosa, simplesmente escutem música, que faz um bem tremendo aos ouvidos!

Boas audições!!      

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