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  Uma Entrevista com Jorge Knirsch

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Número 155

 Acessórios

Flávio Adami
flavioadema@uol.com.br

        Soluções Malucas
     

                    O que identifica caixas acústicas verdadeiramente high end? Podemos destacar vários fatores, como o projeto em si, a qualidade dos alto falantes, o projeto do crossover. Mas, fundamentalmente, o que considero de vital importância, para se obter um resultado final de alto padrão, é o gabinete.

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                   Caixas, que chamaríamos de entrada, geralmente são montadas com bons alto falantes. Entretanto, a estrutura dos gabinetes não possui a rigidez necessária para que sejam evitadas coisas como coloração sonora, graves ressonantes e uma série de outros aspectos. Isto é o que acaba diferenciando a sonoridade destas caixas com relação à das caixas verdadeiramente high end.
                   Obviamente, caixas de baixo custo possuem esta característica, pelo fato de serem leves. Por pesarem pouco, têm seu preço bastante reduzido e isso faz uma enorme diferença no custo de importação.
                   Trabalhei muitos anos em projetos de caixas acústicas. E, por diversas vezes, me deparei com projetos onde eram utilizados os mesmos alto falantes e crossovers, tanto em caixas de entrada, leves e de baixo preço, como em caixas muito mais caras e pesadas, do mesmo fabricante, mas que apresentavam uma sonoridade muito mais sofisticada, graças aos gabinetes rígidos e bem mais estruturados.
                   Fiz uma experiência, partindo de um par de caixas JMLab CHORUS 706 V, modelo bookshelf de entrada. As paredes laterais foram reforçadas, com a colocação de chapas de MDF prensadas com massa de vedação. E, na parte superior, foi colocado um granito de 2 cm, pesando em torno de 4 quilos, nas medidas das caixas. Fica difícil descrever, com palavras, a diferença sonora advinda dessas adaptações, em relação ao que havia no modelo original. A coloração na região média simplesmente desapareceu e os graves se tornaram mais limpos, secos e extensos.
                    Junto ao texto, segue a imagem do sistema e também um close da bookshelf, ilustrando melhor esse ato de loucura, que deu um resultado excepcional, partindo de um sistema de baixo custo.
                    O SUB 200, da Jamo, utilizado no sistema, pesa originalmente 8,5 kg. Com as duas pedras de granito, colocadas sobre a caixa, e mais os reforços laterais, com chapas de MDF, e também com a adaptação dos spikes, da By Knirsch, sob a caixa, o SUB 200 passou a pesar 22kg. A diferença na qualidade dos graves, em relação ao modelo original, foi enorme, principalmente em extensão e resolução das baixas freqüências.

                   Até a próxima! Um abraço a todos!

                               

 

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