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  Uma Entrevista com Jorge Knirsch

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  Veja os comentários de Fernando Sampaio (RJ) a respeito de fiação sólida e aterramento do neutro.
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Número 164

 Equipamentos e Cabos

A Maior Evolução

Flávio Adami
flavioadema@uol.com.br

     

          Sem dúvida, dentre os elementos que constituem um sistema de áudio, as caixas acústicas são os componentes de maior importância, pelo fato de terem a difícil incumbência de transformar os sinais elétricos em música e isso não é uma tarefa nada fácil, haja vista que uma série de fatores na concepção de um projeto, podem interferir no desempenho acústico, que engloba não só as próprias caixas como também a sala e o seu tratamento.

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          Nos anos cinqüenta, até meados da década de sessenta, a maioria das caixas eram enormes, mesmo porque a maioria das salas naquela época também eram grandes e os enormes woofers de 12" e 15", reinavam na maioria dos projetos da época. Eu me recordo que as primeiras vitrolas que tive contato quando era moleque, nem tweeters tinham. As vitrolas na época, englobavam o toca discos, amplificador e caixa (mono) e todos estes elemento vinham em apenas uma caixa. Algumas apenas usavam enormes alto falantes com difusores no meio, que atingiam uma resposta de freqüências que não passava dos 8 kHz que para a época já estava muito bom.
          De certa forma esses projetos com enormes falantes e ausência de tweeters, era explicado pelo fato de que as gravações daquela época também eram muito limitadas em termos de extensão de agudos.

          A coisa começou a mudar mais precisamente em 1958, quando começaram a surgir as primeiras gravações em estéreo. Embora tenha havido uma revolução para a época, as caixas na maioria utilizavam tweeters de cone, que pelo excesso de massa, também limitavam a resposta apesar de um grande avanço em termos de extensão de agudos.
          A partir do início dos anos sessenta, baseado no projeto de dois gênios que foram Edgard Vilchur e Henry Kloos, fundadores da Acoustic Research, os tweeters de domo começaram a reinar nos projetos e estão aí até hoje equipando os modernos projetos das atuais caixas acústicas.
          Acontece que paralelamente a tudo isso, a qualidade das gravações, também evoluiu muito com microfones muito mais fiéis e velozes. Os famosos Ampex, Studer (Revox) e Tascam (Teac), reinavam no mundo analógico. Eu costumo dar como exemplo a gravação Time Out de Dave Brubeck realizada em 1959, que considero um marco histórico em termos de qualidade, que encanta os ouvidos dos audíofilos até hoje apesar dos seus 54 anos de existência, relançada em vinil ou mesmo remasterizada em cd.
          Hoje temos uma diversidade de projetos, onde os grande woofers foram substituídos dois ou três menores onde se tem mais velocidade. Tweeters utilizando domo de titânio, berílio, diamante, riboon ou mesmo soft dome, e alto falantes de médios também utilizando materiais muito mais leves fazem o gos
to de cada audiófilo.
          Para aqueles mais saudosistas como é o meu caso, temos como exemplo as JBL E
verest, um conceito antigo adaptado com modernas cornetas com diafragmas leves de alta velocidade, fazem um sonho quase incomprável, apenas para os mais abonados que possuam salas de grande porte.
          As tradicionais eletrostáticas, muito mais rápidas apesar de algumas limitações principalmente quanto a eficiência, reinam num mercado audiófilo também sofisticado para aqueles com grandes salas, alimentadas por poderosos amplificadores.

          Toda essa diversidade de projetos, no final tem a simples função de reproduzir música, procurando a mais alta fidelidade possível. Opções não faltam. Escolha aquela que mais se adapta aos seus ouvidos e escute música com prazer. É isso que importa.                  

                   Até a próxima! Um abraço a todos!

                                                                 Bandejas Antirressonantes Bandstand 
                          

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