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Número 166

 Mídia Analógica

Surpresas do Passado

Flávio Adami
flavioadema@uol.com.br

     

          Tenho recentemente escutado algumas reedições de vinil, baseadas em gravações puramente analógicas, e tenho cada vez mais me surpreendido com a qualidade de áudio que elas possuem.
          Já escutei diversas gravações em vinil, tendo como origem processos digitais, e confesso que não me emocionaram muito, haja vista que o registro original digital tira um pouco daquela emoção quase inexplicável que o analógico possui. Mas isto se dá quando a gravação vem realmente de todo um processo análogo, desde o estúdio até à reprodução no equipamento de áudio.
                    

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          Nestes últimos tempos, tenho ouvido gravações reeditadas, puramente analógicas, de vinis, como: John Coltrane, A Love Supreme, Stan Getz with Cal Tjader, entre outras, que me deixaram embasbacado com os detalhes. No disco de Stan Getz, por exemplo, os harmônicos do vibrafone fazem com que ele salte fora das caixas, dando uma incrível sensação de presença física e também a textura do sax se torna bastante evidente, algo que no cd isto simplesmente não existe.
          Outra coisa que reparei é que várias gravações originais que possuo, como: Dave Brubeck Quartet, pela gravadora CBS; Benny Carter Further Definitions, pela etiqueta Impulse; Bill Evans Portrait in Jazz, pela Riverside; e Count Basie and the Kansas City 7, pela Impulse, são exemplos de gravações, algumas já com mais de 50 anos, que ainda tocam perfeitamente sem nenhum chiado ou pipocas. O segredo disto é muito simples: um bom toca discos, uma boa cápsula e, principalmente, um ajuste perfeito do VTA (vertical tracking angle), protractor angle, anti-skating, além de peso correto, limpeza do disco e da agulha, e tudo o mais que um toca discos exige.
          A revista the absolute sound, na última edição de setembro, trouxe uma entrevista com Lloyd Walker, presidente da Walker Audio, fabricante de toca discos caríssimos e artesanais. Quando perguntado sobre o futuro das mídias digitais e também se ele prevê o fim dos cd´s, Walker respondeu que os cd´s irão diminuir bastante, devido à queda das vendas, e o futuro, sem dúvida, será baixar música pela internet. Ele acredita também que o analógico ultrapassará os cds, mas isto quando uma qualidade de áudio verdadeiramente high end for exigida.

          Antes de encerrar este texto, eu, Flavio Adami, quero lhes anunciar que estarei no Hi-End Show, demonstrando produtos, nas salas da distribuidora Audio Emotion, nos dias 12, 13 e 14 de setembro, no Hotel Maksoud Plaza. Lá, vocês terão a oportunidade de ter contato com produtos high end, como Sonus faber, Audio Research, McIntosh, Thorens, e todos poderão escutar as maravilhas analógicas e também digitais que estarão expostas.

                   Até a próxima! Um abraço a todos! E não se esqueçam do Convite para Audições !!

 

                                     Bandejas Antirressonantes Bandstand 
                          

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