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  Uma Entrevista com Jorge Knirsch

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  Veja os comentários de Fernando Sampaio (RJ) a respeito de fiação sólida e aterramento do neutro.
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Número 371

 

Uma Nova Surpresa

Equipamentos e Cabos

Flavio Adami
flavioadema@uol.com.br

         

          Ao longo desses anos, a sala de audição crítica do Jorge Knirsch (Sala de Audição Crítica) tem sido um elemento de grande valia para análise de equipamentos de áudio. O baixo tempo de reverberação favorece a avaliação de equipamentos, pois os detalhes aparecem com maior evidência, o que facilita uma audição mais acurada.

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          Há cerca de 5 anos, a sala havia adquirido um cd player Accustic Arts MK 3, um produto alemão com um som macio e refinado, que logo nos impressionou pela musicalidade. Audiophile News 99. Mas, com o passar dos anos, percebemos que a reprodução havia perdido um pouco da sua capacidade de detalhamento. Audiophile News 323. Assim, pusemos no seu lugar um Yamaha S3000 que, no início, nos causou uma impressão muito boa, com uma textura, um recorte, uma extensão de graves e um detalhamento impressionantes. Audiophile News 326.  
          Naquela ocasião, como havíamos constatado que o leitor do Accustic Arts estava cansado, desgastado pelo tempo de uso, resolvemos substituí-lo por um novo leitor ótico, original, que estava guardado, conosco, havia 4 anos. Mas, com a troca, notamos alguns problemas de leitura, pois a lubrificação dos centros de rotação do novo leitor estava um pouco ressecada e os eixos meio emperrados. Desta forma, por um bom tempo, o Yamaha continuou reinando absoluto no sistema.
          Há questão de uma semana, voltamos a escutar o Accustic Arts, talvez mais por curiosidade. Depois, com o intuito de fazer um comparativo mais preciso entre os dois cd players. No começo, o Accustic Arts ainda apresentou alguns problemas de leitura mas, com o uso mais constante, esse novo leitor mostrou "prá que veio" e não apresentou mais falhas. Depois de algumas horas de audição, começou a surgir aquilo que é fundamental em qualquer equipamento de áudio, ou seja, a musicalidade!
          O Yamaha tem algumas características marcantes, como recorte e textura, que chamam a atenção, entretanto apresenta um som mais seco e com alguma falta de calor. Por outro lado, o Accustic Arts, soberbo no calor, na musicalidade, nos embala naquela fundamental falta de vontade de tirar qualquer cd, antes que ele toque até o final. Os pianos soam cheios e com harmônicos superiores, e a dinâmica também faz diferença na reprodução, trazendo uma melhor sensação de música ao vivo.
          Essas avaliações são de fundamental importância. E também servem para mostrar que os nossos ouvidos, as vezes, nos deixam enganar por uma novidade. Novidade esta, por sinal, muito bem avaliada pela revista Áudio alemã, e que não deixa de ser um excelente produto. Entretanto, o Accustic Arts se mostrou levemente superior em todos os itens da avaliação, apresentando uma reprodução, eu diria, mais analógica, sem os males da "digitalite" aguda. Mas, em todo caso, essas comparações não deixam de ser uma briga de cachorro grande!         
              
         
Ótimas audições a todos! Aquele abraço!


 

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