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  Uma Entrevista com Jorge Knirsch

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Número 426

Uma Visita a NYC
 

Equipamentos e Cabos

Samy Waitzberg
waitzberg@gmail.com
 

          No começo do mês de setembro, fui a Nova York com duas intenções principais: assistir ao US Open (de tênis) e escutar diversas caixas acústicas e eletrônicos. As duas coisas foram muito divertidas de se fazer, com a exceção de que não consegui ver Roger Federer (ele perdeu na véspera da minha viagem).

 

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          Logo no primeiro dia, a primeira parada foi na NoHo Sound, onde ouvi as caixas TAD Micro Evolution ME1. São bookshelves japonesas de USD$ 14.000,-/par com os stands, e soam incrivelmente bem. Muito naturais e lineares. Elas são 3 vias, com tweeter e mid concêntricos, e têm inusitados dutos laterais para saída de ar, chamados Bi-Directional ADS (Aero-Dynamic Slot), ao invés de dutos traseiros. As caixas são maravilhosas, a minha única critica seria a falta de extensão de graves, que é boa mas não imensa, mas creio que isso é "esperado" em uma bookshelf com woofer de 6.3”. Estava acompanhado do meu amigo Mor Mezrich, que é engenheiro de som e produtor lá em Nova York, e da minha namorada Aline.
          Em seguida, ouvimos as caixas
DeVore Fidelity  Orangutan/96 (USD$ 10.000/par), floorstanders com um woofer de papel de 10" e um tweeter soft dome de 1”. Gostei muito também, embora tendo ouvido as TAD antes, achei-as um pouco inferiores em termos de clareza nas médias/altas. Não que sejam ruins, apenas um pouco mais coloridas e menos precisas do que as muito transparentes TAD. Por outro lado, apresentam graves levemente mais encorpados. Escutamos também as Focal Sopra 1, (USD$ 8.000,-/par) bookshelves de duas vias da famosa marca francesa. O som não é ruim, mas para mim ficou um pouco abaixo das demais. Os agudos soaram mais realçados e menos refinados do que as anteriores, e os graves não chamaram a atenção. Todas as caixas acústicas na NoHo Sound foram ligadas ao sistema: Sonos Connect (Tidal), DAC da Auralic Vega, integrado MA5200 da McIntosh, se não me falha a memória, e ao McIntosh MC275.
          Saindo de lá, a próxima parada foi na
Park Avenue Audio, cujo dono, Dennis, eu havia conhecido meses antes na CanJam NYC (convenção de headphones). Ele me mostrou caixas de uma marca suíça muito interessante, a Boenicke Audio. Elas são estreitas e parecem maciças à primeira vista, mas o Dennis me explicou que elas têm dutos internos cavados na madeira. Elas têm um look muito diferente do que estamos acostumados, mas o som não fica atrás de marcas famosas high end. Som quente e presente, que preenche bem o ambiente. A marca oferece modelos de caixas grandes, médias e pequenas. As últimas, aliás, são opções bastante interessantes pra quem tem pouco espaço e quer algo visualmente bacana. Lá também ouvi o headphone Utopia, da Focal, que estava pensando em adquirir (apesar do seu preço salgado de 3 a 4 mil dólares). Porém o senti um tanto agressivo nos agudos e pesado na cabeça, então adiei essa compra.
          A próxima e última parada do dia foi na
Rhapsody Audio, loja do Bob Visintainer, que nos recebeu muito bem, e onde ouvi alguns dos equipamentos mais high end em Nova York. Comecei com as caixas Magico A3 (USD$ 9.800,00/par), que estão no meu radar por serem Magico com um preço "acessível". Gostei muito delas, são torres que têm um som bastante "grande”, imponente e com ótimo detalhamento. Têm a assinatura sonora da Magico, um som talvez "americano". O único ponto negativo que observei nelas foi uma certa proeminência nos agudos, um tanto bright (as caixas estavam viradas para o centro com toe in - talvez soassem menos brilhantes se estivessem sem toe in. Lá também escutei as M3, também da Magico (USD$ 75.000,-/par). Elas têm uma assinatura sonora parecida com as A3, como era de se esperar, porém com agudos mais refinados e maior controle no geral. Mas certamente não são 7,5 vezes melhores que as A3! O Bob ainda me deixou escutar as torres X-5 da Rhaido, custando 27.000,-, elas têm um som mais macio, eu diria, do que as Magico. Mais "europeu", talvez? Agradável decerto, porém pra mim faltou transparência e um certo ataque, aos quais meu ouvido tinha se acostumado momentos antes.
          Todas, até então, estavam sendo “empurradas” por um
amplificador integrado Soulution 530 ($ 50.000,-). Veja Audiophile News 358. Até que, por fim, escutei as caixas Satya ($ 145.000,-/par), da marca suíça Goldmund. A marca se especializa em caixas ativas (com amplificação própria) e sem fios, para quem quer um som audiófilo sem ter que se preocupar com cabos e outros eletrônicos. Achei o som delas excelente, muito agradável e não fica atrás das caixas passivas que ouvi, pelo contrário, fica na frente de muitas. Além de amplificadores embutidos, elas também têm DACs e podem receber streaming a partir de um dongle USB ou transmissor Goldmund.

          Ótimas audições a todos! Aquele abraço! E até a próxima!

TOP Wonder Excellence RCA Digital


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