By Knirsch - Produtos, Projetos e Consultorias
  Uma Entrevista com Jorge Knirsch

Veja o teste:
 do
 
powerline Audiófilo lf-115
 
http://youtu.be/QDZqmV4LgME

 
  Veja os comentários de Fernando Sampaio (RJ) a respeito de fiação sólida e aterramento do neutro.
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, e afins.
 

Convite para Audições


Nosso Laboratório de Acústica e Áudio

Veja: Workshop de Percepção Musical

Colocamos a disposição dos amantes da música, melômanos e audiófilos a visita ao nosso Laboratório de Acústica e Áudio para apreciarem uma audição diferenciada e muito prazerosa, com excelente dinâmica. Por que chamamos esta sala de laboratório?
      Ela é assim denominada, pelo fato de que além de um ambiente para a apreciação musical é utilizada também para teste de aparelhos acústicos por nós desenvolvidos e implementados nas salas de nossos clientes. Projetada, seguindo a proposta de norma IEC 60.268-13, que define  os parâmetros de uma sala de audição para testes de equipamentos, ela sugere alguns itens acústicos importantes, como por exemplo, o tempo de reverberação do ambiente em função da freqüência. Este tratamento, também define uma sala de audição crítica (Balanced Listening Room), atendendo ao tempo de reverberação recomendado pela norma mencionada, situado entre 0,3 e 0,6s da forma mais plana possível. Uma sala com estas características é considerada neutra do ponto de vista sonoro. Possui, assim, um tratamento acústico específico que permite atingir os valores recomendados, desde os graves mais profundos até as mais altas freqüências. O grande desafio nesta empreitada é atingir o tempo de reverberação dos graves, apesar de ser uma sala de pequeno volume , de apenas 79m. Os graves secos foram alcançados com absorvedores híbridos trapezoidais de membrana, e com a técnica de alívio de pressão, através de aberturas colocadas para a parte externa nos cantos da sala com as dimensões adequadas. Em um ambiente assim, seco, é possível realizar avaliações mais neutras da qualidade sonora dos equipamentos em teste, permitindo detectar características sonoras que em salas mais vivas passariam desapercebidas ou com falta de detalhamento.

Os equipamentos são alimentados com duas fases elétricas de 115V nominais, dividindo a potência consumida por fase, com a energia filtrada e protegida com os condicionadores de energia powerline Audiófilo lf-115 em cada fase. Como transporte e cd-player temos o ACCUSTIC ARTS CD-PLAYER I (MK 3) e em testes usamos também o conversor DAC II da LF Audio com nosso cabo coaxial digital TOP Wonder Excellence RCA com dupla blindagem. O pré-amplificador é o Excell III, desenvolvido com componentes MOS FET e, os amplificadores de potência, dois monoblocos, também projetados com MOS FET em classe A, 75W são os Millennium, ambos projetados por Erno Borbely, projetista húngaro do famoso DH200 da Hafler. Ele também trabalhou na Dynaco e na National Semiconductor.
      Os cabos de interconexão são os TOP Wonder Splendid XLR. As caixas acústicas, que adquirimos recentemente, são as Revel Performa F52, as quais merecem um Audiophile News separado, que será publicado em futuro próximo.  As caixas acústicas são interligadas aos powers com dois pares de cabos TOP Wonder Excellence sem terminais.

Ao contrário do que muitos imaginam, em torno da metade do resultado sonoro obtido de um sistema, advém das características das nossas salas, outros 30 % do resultado final é obtido com o tratamento elétrico de alimentação do sistema e, somente algo em torno de 15% vem dos equipamentos utilizados. Portanto, resumindo, não são os equipamentos eletrônicos que definem o seu som, mas sim, a sua sala com suas dimensões e seu tempo de reverberação em função da freqüência (A Sala Canta Junto!). É por isto, que a sua sala deve ser a mais neutra possível, com dimensões adequadas e com um tempo de reverberação baixo e plano em toda a banda de freqüências, para interferir o menos possível no resultado sonoro final, ou seja, quanto melhor e mais neutra for a sala e a elétrica, mais semelhantes ficam, em sonoridade, os equipamentos de referência entre si!

A sala e a elétrica é o segredo do seu som!!

Pedimos a fineza apenas, de agendar a data/horário conosco. Todo agendamento poderá ser feito por telefone, ou por e-mail, encontrados na seção “Fale Conosco” deste site.

Estaremos realizando encontros também nos dias das feiras e cursos de áudio/vídeo, que periodicamente se sucedem na cidade de São Paulo. Como normalmente estes eventos costumam acontecer nos períodos vespertino e noturno, os nossos encontros também se realizarão na parte da manhã destes mesmos dias, a partir das 09 horas. É só ligar!

Todos os audiófilos e melômanos estão convidados e serão muito bem-vindos!

Jorge Knirsch


VISITAS AO LABORATÓRIO

E-mail recebido em outubro de 2008

Meu caro Jorge

         Agradeço a sua receptividade ontem no seu laboratório e te confesso que fiquei muito bem impressionado em conhecer o resultado do seu trabalho e das suas pesquisas em áudio. O termo é esse mesmo, pois as sensações ficaram impressas; já fazem parte da minha história e apreciações. Afinal, o mundo dos técnicos e especialistas faz sentido quando "imprime" nas pessoas uma reação agradável num processo sedutor e alegre; não é mesmo? Todos merecemos uma boa sensação, pequenos prazeres, um sorriso, uma descoberta e re-descoberta de valores éticos e estéticos.

Um abraço

                Sami Douek - São Paulo - SP
 


Publicado na audiolist:

Impressionante!
         Eu sou leigo em audição crítica, e mesmo assim pude comprovar com os meus ouvidos a diferença absurda que um tratamento acústico adequado, com equipamentos à altura, causa! Para resumir bem resumidamente, a sala de audição crítica de Jorge Knirsch me permitiu ouvir um som "surround tridimensional" com apenas duas caixas. Me impressionou ter definição de profundidade e poder ouvir sons fora da área coberta pelas caixas. Foi um divisor de águas na minha percepção musical.
         Detalhe: tudo isso com CDs apenas! A sala crítica não conta com um toca-discos por questões práticas - um toca-discos crítico tem custo, operação e manutenção fora do aceitável para o intuito da sala de demonstrações.
         Tudo isso acompanhado de uma recepção agradabilíssima do casal Knirsch.
         Tão de parabéns!
         Abraços

         Emerson Prado - Santo André - SP


E-mail recebido em maio de 2008

Prezado Jorge,

Estou sem palavras para dizer como foi enorme minha satisfação em conhecê-lo e também poder apreciar um pouco de seu laboratório. Simplesmente, achei fantástico!!!!
       Conforme comentei, é possível produzir equipamentos com excelente qualidade, muitas vezes superiores aos estrangeiros, desde que a pessoa ou empresa se disponha a isso e, sem dúvida, você mostra isso em seus produtos.
       Na verdade, o que mais me impressionou em seu laboratório foi a acústica. Minha sensação era de estar num ambiente isolado de sons (silêncio absoluto), onde somente o som desejado (música) podia ser escutado. A definição das notas musicais era impressionante, bem como os graves. Ainda, estou curioso para saber como um subwoofer se comportaria em sua sala, sem precisar ajustar tempos de reverberação, absorvedores e etc.
Os amplificadores classe A são um sonho de consumo! Quem sabe um dia não compre um par desses.
       Espero um dia poder recebê-lo em minha casa da mesma forma que fui recebido.
       Desejo à você mais sucesso e felicidades tanto na vida pessoal quanto na profissional.
       Atenciosamente,

       
            José Carlos Slaghenauf Junior - São Paulo - SP


E-mail recebido em fevereiro de 2008;

Prezado Knirsch,

A visita ao Laboratório de Acústica e Áudio foi um privilégio especial e um divisor de águas. Já visitei salas diversas, até em outros países, mas realmente o que ouvi na sua sala estabeleceu um novo patamar em minhas expectativas de excelência.
        Como se não bastasse toda ciência que encontrei ali, fui recebido de coração aberto e com uma acolhida marcante.
        Prezado Jorge, espero poder visitá-lo e participar dos seus SARAUS audiófilos tão logo volte a São Paulo.
        Abraço e obrigado

Marcos Barbato – Rio de Janeiro - RJ


Visita realizada em outubro de 2006;

Olá pessoal,  

Estávamos eu, Victório, Robinson e o Jorge Knirsch, é claro. Fomos muito bem recebidos pelo Jorge e logo entramos em sua sala de audição. Como já haviam me falado, o tratamento acústico é uma coisa impressionante. Muitos detalhes e técnicas foram empregados e a primeira impressão que temos é de uma sala "morta". Na verdade, o Jorge explicou que não é morta, é "seca". Uma sala morta absorve médios e agudos e tem graves sobressalentes. Uma sala "seca" absorve toda a gama de freqüências.

É uma sala de audição crítica, para se ouvir detalhes e detalhes das gravações. Eu sempre gostei de salas "secas", podemos ouvir mais detalhes e sentir a ambiência existente na gravação, sem que a ambiência da sala interfira. (Não estou dizendo que a ambiência da sala é algo ruim, longe disso, apenas estou me referindo ao meu gosto pessoal).

O Knirsch começou nos mostrando um CD da gravadora "QUINTON" que, segundo uma revista alemã de renome (não lembro qual é) foi considerada a melhor gravadora do mundo (www.quinton.at, preparem seus bolsos). O mais incrível foi ver que o Renato Borghetti (que eu gosto muito) gravou por esse selo!

Logo que comecei a ouvir o som do Jorge, já notei o foco, recorte, equilíbrio tonal, corpo harmônico, etc... É tudo muito real. Eu fiquei bastante quieto o tempo inteiro porque fiquei sem palavras diante de tudo que estava ouvindo. Uma faixa que ele colocou onde havia percussão feita em batidas na água era tão real que a sensação era que iríamos nos molhar a qualquer momento. Quando coloquei o meu cd BENT (Gary Willis) fiquei impressionado, não me lembro de ter ouvido esse CD com tanta perfeição. A vozes reproduzidas ali são reais ao extremo. O que mais chama a atenção é a materialização até mesmo na altura (em relação ao chão) de quem está cantando.

Um outro show quem deu foi o Victório Benatti com sua caixinha de CDs. Ele levou cada preciosidade que acabaram entrando para o topo da minha listinha. Principalmente o CD Gold do James Newton Howard que é fabuloso, considerado a melhor gravação de todos os tempos. O LA FOLIA da Harmonia Mundi também deu um show, ainda bem que este eu já tenho e está em espera para ser ouvido.

Em relação aos equipamentos, nem preciso falar que o J. Knirsch só tem coisa de 1ª. linha, mas o pré dele é algo fabuloso e inacreditável, nunca ouvi uma região média e aguda tão perfeita e com aquele "estalo" gostoso que só equipamentos de 1ª. linha têm.

Acho que a grande lição que tirei desse encontro é que a sala/acústica realmente é o ponto chave para qualquer sistema. Ter uma sala adequada para audição, aliado a uma acústica bem definida para os objetivos é o mais difícil de se conseguir. Uma vez chegando lá, os equipamentos irão subir vários degraus e será muito mais fácil chegar a um bom resultado.

Jorge, muito obrigado pela recepção. Esperamos em breve retornar para ouvir os seus powers heim! 

Abraços

Leonardo Momo Pedrosa – SP 


Visita realizada em outubro de 2006;

Bem,

        Realmente a sala do Jorge está de parabéns. Sua última configuração em acústica (ele nunca pára!!!) mostrou uma grande evolução, que junto com os novos equipamentos (pré + fonte) transformaram o acontecimento musical em algo extremamente prazeroso e gratificante.

Com uma lista primorosa de gravações do nosso amigo Victorio e Leo, ouvimos por mais de 4 horas um sistema que realmente apresenta uma realidade impressionante, além de um palco sonoro com enorme profundidade e largura.

A sala, como já disse o Leo, apresenta uma característica totalmente diferente do que já ouvimos. É como se ouvíssemos o próprio silêncio. Ela é extremamente calma e silenciosa. Nossas próprias vozes apresentam um timbre diferenciado lá dentro. Após alguns minutos esta sensação some, como nossos ouvidos se acostumassem ao efeito.

O material acústico e seu tratamento é algo bastante diferente, com uma infinidade de materiais e técnicas. A principal característica é que a sala deixa de tocar, fica "morta", ou “seca”, como disse o JK.

Para o meu caso, percebo ainda um abismo entre o meu sistema e o apresentado. Todas as questões de palco sonoro como focagem, altura e largura se apresentaram de forma convincente, o que vem mostrar a eficácia do tratamento. Eu, em outra oportunidade, já ouvi minhas caixas lá e a diferença é grande.

Bem, é isto aí. Um grande abraço a todos participantes, principalmente ao JK que nos recebeu com muito carinho e presteza. Depois da audição, ainda jantei junto a sua família e, como já imaginava, mostraram ser verdadeiros anfitriões. Jorge, muito obrigado a você e família por um domingo tão especial. 

Abraços,

        Robinson C. Freitas – São Bernardo do Campo
 


Visita realizada em outubro de 2006;

Olá Colegas, 

Bem, o Leonardo e o Robinson já falaram tudo.

Tenho a acrescentar que muito poucas vezes tive a oportunidade de ter diante de mim um sistema com uma interação tão grande. Tudo alí está perfeitamente integrado. O CD-Player, o pré, o power, as caixas, e principalmente, a sala. E que sala, colegas!

Médio-graves e graves com qualidade muito difícil de se conseguir. O Jorge é um gênio !!! Valeu garoto !!!

Tão logo entrei na sala já notei alguma coisa diferente no ar. Sinceramente não achei que tudo poderia estar tão bem sintonizado. Enganei-me redondamente. Áudio tem estas agradáveis surpresas.

Foram quase 5 horas ouvindo uma música atrás da outra. E em sistema de rodízio: um disco do Jorge, outro do Robinson, outro do Leonardo e outro meu. Depois voltava para o do Jorge de novo !!!

Sem querer, querendo, levei uns disquinhos legalzinhos. Foram eles (mais ou menos na ordem da audição):
-Chris Rea/The Road To Hell - ATCO - 7 91733-2
-Beachcomber - Reference Recordings - RR-62CD
-James Newton Howard & Friends - Sheffield Lab - 10055-2 G (Gold)
-Cal Tjader/Plugs In - DCCJazz - DJZ 622 (o da resenha !!!)
-Steely Dan/Two Against Nature - Giant - 9 24719-2 (Demétrio: o nosso !!!) - Foi o disco que mais faixas ouvimos. (Demétrio você precisava estar lá... Tocou muuuuuito.)
-John Scofield/A Go Go - Verve - 314 539 979-2 (o da resenha !!!)
-John Lee Hooker/The Healer - Mobile Fidelity Sound Lab - UDCD 567 (Gold)
-La Folia/Gregorio Paniagua - Harmonia Mundi - HMA 1951050 (o da resenha)
            Ainda não deu para ouvir outros 2 Golds que levei, portanto não vou contar quais são. Ficam para a próxima. Quem for vai ouvir.

Tudo que eu gosto tinha na sala do Jorge, principalmente definição/transparência/nitidez e ataque. Palco sonoro, timbre, e demais parâmetros, são conseqüência natural. Aparecem sozinhos, automaticamente e naturalmente, num sistema com a qualidade do sistema do Jorge.

Caro Jorge, tive um enorme prazer em apreciar seu impecável sistema. Este vai ficar na minha memória para sempre. Uma referência e tanto.

Meus parabéns e um grande abraço. 

Victório Benatti - Campinas

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