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Número 50
 

Música ao Vivo

Flávio Adami
flavioadema@uol.com.br

              Os Instrumentos e seus Timbres                   

                  Vamos aqui tecer alguns comentários a respeito do timbre dos instrumentos. Cada um de nós poderia citar os timbres que mais lhe agradam e também os que menos apreciam. Pelo fato dos nossos ouvidos serem bastante diferentes, nossas preferências podem divergir grandemente. Os equipamentos de áudio também podem influenciar nossas escolhas, pois são responsáveis pela reprodução correta ou não dos instrumentos, haja vista que existe uma enorme dificuldade, por parte dos equipamentos, para reproduzirem com realidade o timbre correto de cada instrumento. Um equipamento de qualidade, bem afinado, dentro de uma sala com bom tratamento acústico, pode chegar próximo da realidade que um instrumento apresenta, quando reproduzido ao vivo, porém, na minha opinião, ainda fica longe da audição direta.

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                  Basicamente, em música, o timbre é a característica sonora que nos permite distinguir os vários instrumentos entre si. Por exemplo, quando ouvimos uma nota tocada por um piano e esta mesma nota, com a mesma intensidade, produzida por um violino, podemos identificar imediatamente os dois sons, na mesma freqüência, mas com características sonoras muito distintas. O que nos permite diferenciar os dois sons é o timbre instrumental e esses timbres, quando captados pelo nosso cérebro, podem agradar nossos ouvidos ou não, sendo esse um dos objetos do estudo da psico-acústica. Embora esse fenômeno seja conhecido há séculos, somente há algumas décadas, com o advento da eletrônica, foi possível compreendê-lo com maior precisão. A nota "lá" central do piano possui a freqüência de 440 hertz. A mesma nota, produzida por um cello, por exemplo, também possui esta mesma freqüência. O que diferencia os dois sons e, ao mesmo tempo, identifica sua fonte, é a forma de onda e seu formante sonoro. Quando um instrumento é reproduzido, seja lá qual for, os sons entram em vibração, produzindo uma série de ondas senoidais. Além da freqüência fundamental, que define a nota, várias freqüências harmônicas também soam. O primeiro harmônico, de qualquer nota fundamental, tem o dobro de sua freqüência, o segundo tem o triplo e assim por diante.

                  Reportando-me agora àquilo que mais me agrada, os meus instrumentos preferidos são, basicamente, dois: o piano e o violão. Porém, aquele ao qual mais me dediquei foi o violão, pelo fato de ter tido oportunidade de estudá-lo mais a fundo. O violão tem uma característica tímbrica muito rica, dependendo, é claro, entre outros fatores, da energia inicial aplicada, ao tocar as cordas, e à forma com que elas percutem. Eu já experimentei diversos violões de boa qualidade e cada um tinha um tipo de sonoridade. Isto é o que caracteriza o timbre do instrumento. Agrada-me o violão acústico clássico, entretanto violões de 12 cordas, tocados com palheta, não me agradam nem um pouco, devido ao som metálico produzido pelas palhetas. Resumindo, eu admiro os sons que apresentam bastante corpo harmônico, como o piano, o contrabaixo e o cello. O violino tem um som maravilhoso, entretanto, quando mal gravado e reproduzido num equipamento estridente, fica insuportável de se ouvir.
Concluindo: o importante é que o nosso equipamento esteja sempre bem ajustado, com relação ao equilíbrio tonal. Isto para evitarmos que instrumentos com muito corpo harmônico soem gordos demais e também para que os instrumentos com pequeno corpo harmônico, como a flauta, o clarinete, o sax soprano e outros, não soem estridentes.

          Boas audições !!!           

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